Paulo 2018

Paulo R. Labegalini
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Vicentino de Itajubá-MG e Professor do Instituto Federal Sul de Minas (Pouso Alegre-MG)
Autor dos livros:
- Histórias Cristãs- Editora Raboni

- O Mendigo e o Padeiro - Editora Paco
- A Arte de Aprender Bem - Editora Paco
- Minha Vida de Milagres - Editora Santuário
- Administração do Tempo - Editora Ideias e Letras
- Mensagens que Agradam o Coração - Editora Vozes
- Histórias Infantis Educativas - Editora Cleofas
Apresentações musicais:
https://www.youtube.com/results?search_query=soraia+labegalini

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Mensagem da Semana - Nº 36620 Maio 2018

 

Pensando bem...

 

Eu gostaria de dar um grande presente à minha Santa Mãe, Nossa Senhora de Fátima, neste 13 de maio – dia das mães! Seria melhor se todos os seus filhos se unissem e não a fizessem mais sofrer, não? Deixe-me pensar como resolver isso...

 

Por que passamos mais tempo vendo televisão do que servindo a Deus? Por que gastamos facilmente cinquenta reais em roupas e quase nunca em caridade? Por que dizemos que não sabemos meditar o Rosário quando aprendemos dezenas de coisas novas todos os dias? Por que lemos jornais e revistas e deixamos a Bíblia fechada? Por que queremos ficar em cadeiras da frente no teatro e sentamos no fundo da Igreja?

 

Não é engraçado estarmos diariamente ocupados para assistir a Santa Missa, mas, disponíveis para o papo com os amigos? Não é engraçado acreditarmos em superstições, mas duvidarmos da Providência Divina? Não é engraçado gostarmos de piadas, mas evitarmos falar da Palavra de Deus? Não é engraçado querermos ir para o céu desde que não tenhamos que deixar de pecar?

 

Pensando bem, nada disso é engraçado, mas é muito triste! Seria engraçado se nos divertíssemos sabendo que estamos cumprindo a nossa missão de cristão! Aí sim, teria muito mais sentido o nosso sorriso e, com certeza, estaríamos agradando também aqueles que mais nos amam neste mundo: Jesus e Maria, que sempre confiam em nós!

 

Pensando bem, é tão fácil repartir a diversão barata com o serviço para o Reino de Deus! Se eu resolver rezar um Terço, gasto (ou ganho!) vinte minutos; se vou à Missa, dou um grande passo na minha conversão em apenas sessenta minutos; se medito com fé um capítulo do Evangelho, meu coração se renova num instante; se me confesso com um padre, sou aliviado de uma porção de pecados; se pratico uma ação de caridade com oração, ganho indulgências e me aproximo mais do céu! Meu Deus, como é fácil agradar a minha Mãe!

 

Pensando bem, é realmente muito fácil receber muitas graças em minha vida porque só depende de mim! Quem dirige a maior parte do meu tempo sou eu! Portanto, se me proponho a não desapontar Aquele que me criou e não fazer chorar a minha Mãe Santíssima, ninguém poderá interferir. Aliás, muitos virão e caminharão ao meu lado, com a graça de Deus!

 

Pensando bem, só tenho a ganhar sendo um bom cristão! Posso deixar bons exemplos aos meus filhos e colocá-los no caminho da vida eterna! Vou estar abençoando várias gerações futuras da minha família mostrando que quem reza nunca fica longe dos Sagrados Corações de Jesus e de Maria.

 

Pensando bem, quem não abraça uma missão cristã neste mundo anda em círculo e acaba não saindo do lugar. E se não sai do lugar, acaba não alcançando a felicidade completa e pode perder a última oportunidade de receber a Misericórdia Divina em sua vida. E se não for perdoado, vai passar eternamente sofrendo!

 

Pensando bem, a eternidade não tem fim. É melhor nós pensarmos bem mesmo!

 

Então, eu resolvi sobre parte do meu presente: fui à missa do final de semana na Comunidade Nossa Senhora do Sagrado Coração e rezei o Terço com minha esposa na Gruta de Fátima que tenho no meu apartamento. Valeu muito essas leves penas!

 

Paulo R. Labegalini
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Mensagem da Semana - Nº 365 – 11 Maio 2018

 

São Vicente de Paulo

 

No século XVII, época que tão admiráveis frutos produziu para a cristandade, acentuou-se a decadência da Idade Média. Na França, as guerras de religião tornavam o país continuamente devastado, o campo sem cultivo, as fortunas arruinadas, um sem-número de famintos e miseráveis refugiavam-se em Paris – aumentando de modo assustador a população da capital.

 

Os mendigos formavam exércitos que se apresentavam em grupos compactos, arma ao braço e blasfêmia nos lábios diante das igrejas, exigindo impiedosamente a esmola. Foi quando a Providência de Deus suscitou um homem de estatura verdadeiramente profética: São Vicente de Paulo.

 

Secundado por almas exponenciais e de grande misericórdia, como Santa Luísa de Marillac, Pe. Vicente deu início às obras de assistência aos necessitados e começou a modificar o triste panorama local. Fundou confrarias de caridade, onde recrutava jovens virtuosas para rápidas lições de curativos e exercícios espirituais, sob a direção de Santa Luísa, levando-as posteriormente para o trabalho caritativo nas diversas paróquias.

 

Semanalmente, o santo fundador reunia as Filhas de Caridade em familiares reuniões e lhes fazia perguntas sobre as virtudes cristãs, os votos e as Santas Regras. Assim, comentava as respostas: confirmando, esclarecendo ou corrigindo algum ponto.

 

Através das anotações de Santa Luísa de Marillac, a palavra viva, simples, convincente, penetrante e prática do sacerdote deram origem às regras de sabedoria e bom senso da Sociedade São Vicente de Paulo e de outras tantas obras de caridade em todo o mundo.

 

Em Itajubá-MG, há 16 Conferências Vicentinas – mais de 150 membros entre Consócias (mulheres) e Confrades (homens). Graças ao espírito cristão de São Vicente, muitas famílias itajubenses recebem ajuda material e espiritual desses seus fiéis seguidores.

 

A caridade com amor é a senha para a vida eterna. Podemos nos santificar e conduzir almas ao céu por meio de amor ao próximo ou, com pesar, tentar justificar nosso comodismo e ganância a Deus, Nosso Senhor. A escolha é de cada um.

 

Paulo R. Labegalini
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Mensagem da Semana - Nº 3644 Maio 2018

 

Chega de pecar?

 

Eu sei que fugir das tentações não é nada fácil; mas, existem muitos meios que nos ajudam a evitá-las. Antes de comentar o assunto, deixe-me contar uma pequena história:

 

“Num imenso castelo havia um velho trancado no porão – amargando uma pena perpétua. Todos os dias, quando o guarda da noite passava pelo corredor, o pobre velho lhe implorava clemência, dizendo que era inocente e que já não aguentava mais aquela triste e impiedosa solidão.

 

Comovido com a dor do prisioneiro, o guarda resolveu secretamente soltá-lo. Assim que foi aberta a porta do cárcere, o velho se transformou imediatamente em Satanás e partiu para infernizar a vida de famílias da região.

 

Inconformado com a maldade praticada, o guarda passou a caçá-lo por toda parte durante o resto de sua vida, até conseguir aprisioná-lo novamente no porão do castelo. E, já velho para continuar no trabalho, o redimido guarda resolveu então se aposentar, mas, primeiro recomendou ao seu sucessor que jamais soltasse o perigoso prisioneiro.

 

Contudo, o novo guarda foi sendo tentado pelas lamentações do encarcerado até que acabou libertando-o também. Quando percebeu que fora enganado, passou vários anos perseguindo o destruidor das famílias cristãs.”

 

E de guarda em guarda, mentira em mentira, esta história até hoje não tem um final feliz.

 

Agora, pense por um instante: você já não fez o papel de um desses guardas da história? Concordo que eu também já me ‘vesti de guarda’ e libertei Satanás várias vezes durante a minha vida, mas, precisamos continuar insistindo em ajudá-lo em suas maldades?

 

De minha parte, procuro mantê-lo bem preso num lugar onde quase nunca preciso chegar perto. E sabe qual é o meu segredo para ficar longe desse terrível inimigo? É simples: trabalho sempre contra os objetivos dele para deixá-lo bem furioso; assim, evito vê-lo com pele de cordeiro – como o via quando fazia o papel de guarda do castelo. Imagine o estrago que ele faria na minha Comunidade se apenas eu lhe desse a liberdade que deseja!

 

E você, quer ser meu parceiro nessa caminhada à vida eterna? Se disser sim, peça a Deus que seja um SIM como aquele de nossa querida Mãe, Maria Santíssima. É claro que não sou o melhor exemplo para ninguém seguir, mas temos sempre o nosso Mestre nos orientando na Sagrada Escritura: “Se alguém quiser me servir, siga-me.” (João 12, 26); “Ai daquele que trair o Filho do Homem! Seria melhor que nunca tivesse nascido!” (Mateus 26, 24). Não deixe de ler estes capítulos na Bíblia.

 

E lembre-se que para não libertar novamente Satanás, você sempre deve colocar em prática as palavras daquela canção: “Buscai primeiro o Reino de Deus e a sua justiça, e tudo o mais vos será acrescentado. Aleluia! Aleluia!”

 

Paulo R. Labegalini
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Mensagem da Semana - Nº 36327 Abril 2018

 

As boas obras

 

O nome dele era Fleming – um humilde fazendeiro escocês. Um dia, enquanto trabalhava para ganhar o sustento da família, ouviu um pedido desesperado de socorro vindo de um pântano próximo. Largou suas ferramentas e imediatamente correu para lá. Encontrou um menino enlameado até a cintura e tentando se livrar da morte. Com coragem, o fazendeiro o salvou.

 

No dia seguinte, uma carruagem riquíssima chegou à humilde casa do escocês trazendo um nobre - elegantemente vestido - que se apresentou como o pai do garoto salvo por Fleming.

 

Eu quero recompensá-lo, você salvou a vida do meu filho – disse o nobre.

 

Não posso aceitar recompensa pelo que fiz – respondeu o fazendeiro, recusando prontamente a oferta.

 

Vendo o filho do escocês na porta do casebre, propôs o nobre:

 

Deixe-me levá-lo e dar-lhe uma boa educação. Se este rapaz for como o pai, crescerá e será um homem do qual você terá muito orgulho.

 

Tempos depois, o filho do fazendeiro se formou no St. Mary’s Hospital Medical School, de Londres, e ficou conhecido no mundo como o notável senhor Alexander Fleming – o descobridor da penicilina.

 

Mais algum tempo se passou e o filho do nobre ficou muito doente, com pneumonia. Sabe o que o salvou? Penicilina. O nome do nobre? Senhor Randolph Churchill. O nome de seu filho? Senhor Winston Churchill!

 

Você está surpreso(a)? Acredito que sim, mas principalmente pelo fato de que hoje os personagens são muito conhecidos na história da humanidade, certo? Quantas ‘coincidências’ como essa não acontecem anonimamente no dia a dia?

 

Na verdade, quem pratica boas obras sem esperar receber bens materiais em troca, sempre é muito bem recompensado. E, sabemos, a recompensa maior vem do céu! O nosso Pai e Criador nos conhece muito bem e sabe se estamos cumprindo ou fugindo da missão que temos pela frente. Afinal, de que adianta passar por este mundo sem ter feito nada em favor dos irmãos necessitados?

 

As boas obras de Deus podem ser materiais ou espirituais. Se cada um de nós se esforçar e se envolver em ambas, melhor. E é sempre bom lembrar que praticar boas obras aqui na Terra nos garante uma vida eterna no Céu. E não custa quase nada!

 

Paulo R. Labegalini
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Mensagem da Semana - Nº 36219 Abril 2018

 

Uma história interessante

 

Assisti um filme na TV que contou a história de um homem descrente em Deus. Certo dia, quando estava blasfemando porque não sarava logo de uma gripe, foi surpreendido com a visita de Satanás – que veio com uma proposta: se lhe entregasse a alma, não teria mais doenças e nunca iria morrer!

 

Maravilhado com a possibilidade de não envelhecer e ficar para sempre aqui na terra, o ateu aceitou prontamente a oferta. A partir daquele dia, usou e abusou dos “privilégios” de ser um imortal: se expunha a acidentes para receber o seguro, trocava de esposas quando elas envelheciam etc.

 

Passados alguns anos, cometeu um crime ao envolver-se numa briga e, mesmo preso, desafiava as autoridades a executá-lo na cadeira elétrica – pois sabia que não morreria. Mas, como tudo o que não vem de Deus não traz felicidade, foi condenado à prisão perpétua! Dali em diante, solitário numa cela, passava os dias chorando e pedindo a sua alma de volta para que pudesse deixar este mundo.

 

Caso trágico, não? Imagine agora você, leitor(a), quanta gente perde a própria alma cada vez que aceita definitivamente propostas que ofendem a Deus!

 

Nada melhor do que aproveitar para refletir melhor sobre a vida que levamos. Se negarmos mais esse chamado do Pai, será que teremos novas chances de conversão? Existe missão mais nobre do que salvar a própria alma?

 

Para chegarmos ao Céu, com certeza, temos que nos acostumar a praticar mais o perdão, a oração, a caridade e a justiça social. Adianta dizer ‘Pai nosso’ se o pão é só meu? Adianta pedir perdão a Deus pelos pecados se guardo ressentimentos de algum irmão? Estou agradando ao Senhor se não participo de nenhum movimento na Igreja em favor dos menos favorecidos? Com certeza, alguma Conferência Vicentina se reúne pertinho de você toda semana!

 

Procurando melhorar nisso tudo, peço a Nossa Senhora que me ajude a crescer em espiritualidade e fé cristã. Como Ela nunca me desamparou e me sinto comprometido com as obras de Deus a cada dia, sugiro que você faça o mesmo.

 

Unidos, não nos arrependeremos de um dia testemunhar uma história muito mais interessante do que a que contei no início do artigo. E o título será: “Com Jesus e Maria, vencemos!”
Paulo R. Labegalini
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Mensagem da Semana - Nº 36114 Abril 2018

 

Histórias de Deus

 

Alguns relatos nos fazem lembrar do amor de Deus por nós. Mesmo não sendo reais, é gostoso ouvir e aprender contos que trazem mensagens bonitas aos nossos corações. Vamos a eles.

 

“O primeiro que me recordo relata o naufrágio de um cidadão muito rico. Após sobreviver de um acidente no seu iate, ficou sozinho numa ilha por vários meses. Devagar, foi juntando alguns materiais na mata para construir um abrigo e ter como se proteger à noite.

 

Com muito esforço, conseguiu levantar a sua morada e passou a rezar, pedindo que Deus tivesse piedade e o tirasse daquele lugar. Eis que durante uma madrugada, enquanto dormia, o seu barraco pegou fogo e veio a perder tudo o que havia juntado.

 

Ele então ficou furioso e passou a blasfemar, descarregando no Criador a sua revolta. Ao amanhecer, um pesqueiro chegou na ilha e o tirou de lá. Durante a viagem de volta, o náufrago soube que os pescadores somente o acharam porque viram, ao longe, um sinal produzido pelo incêndio do seu barraco.

 

A partir daquele dia, além de agradecer a Deus pela sua vida, aprendeu que alguns sofrimentos só serão compreendidos com o tempo e à luz da fé.”

 

Gostou dessa primeira história? Já aconteceu algo assim com você? Se ainda não lhe veio a explicação, aguarde e um dia saberá.

 

“A segunda que conheço conta que um rei sempre ouvia do seu ministro: “Tudo o que Deus faz é bom!” Um dia, após perder um dos dedos das mãos na serra elétrica, o rei chorava de dor e o ministro lhe repetiu: “Tudo o que Deus faz é bom!” Irritado, o rei mandou prender o súdito para nunca mais ter que ouvir aquilo novamente.

 

Após algum tempo, o rei foi caçar e acabou sendo capturado por canibais. Como era costume na tribo, resolveram oferecê-lo em sacrifício, mas, ao perceberem que ele não tinha um dedo, acharam-no indigno da oferenda e resolveram soltá-lo.

 

Voltando ao palácio, o rei correu soltar o seu ministro e repetiu a ele: “Tudo o que Deus faz é bom! Se eu não tivesse perdido o dedo, estaria morto!” E o fiel ministro lhe respondeu: “Deus é realmente muito melhor do que vossa majestade imagina! Se eu não estivesse preso e tivesse ido caçar com o senhor, eu agora é que estaria morto, pois, com a graça de Deus, tenho o meu corpo perfeito, sem faltar nenhum dedo!”

 

Outro belo exemplo da Providência de Deus, não? Fatos parecidos já aconteceram muitas vezes comigo e com pessoas que conheço. Um dia eu os contarei pra você.

 

Por enquanto, reflita nisso tudo que acabou de ler e amoleça o seu coração para voltar à casa do Pai neste ano que estamos vivendo. Deus espera que saibamos perdoar sem restrições para que, através da reconciliação com os irmãos, recebamos muito mais graças em nossas vidas.

 

Tudo que Deus pede é bom!

 

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Mensagem da Semana - Nº 3606 Abril 2018

 

Nosso comprometimento com as coisas de Deus

 

Eu conheço uma história que é mais ou menos assim:

 

“Uma senhora muito elegante levou o marido enfermo a uma clínica e pediu que o médico o examinasse. Assim que terminou a consulta, em conversa particular, a esposa perguntou ao médico se o caso do seu companheiro era grave. Ouviu, então, a resposta:

 

- Pode ficar tranquila que ele sente apenas uma carência afetiva no casamento. Eu sei que a senhora é uma empresária de sucesso, viaja muito e quase não tem tempo para dedicar à família, mas, se quiser que ele sare, precisa começar a cozinhar pra ele, levá-lo pra passear, dormir sempre em casa e, assim, em uma semana ele estará bom.

 

Na saída do consultório, o marido quis saber dela o que o médico havia dito. E a esposa lhe respondeu:

 

- Ele disse que você vai morrer daqui a uma semana!”

 

Pois bem, quando não há comprometimento com o objetivo a ser alcançado, o resultado pode vir a ser o pior possível. Isso também acontece com a missão que recebemos de Deus: ou a abraçamos com amor e buscamos superar as dificuldades com dignidade ou fracassamos.

 

Eu sei que é tentar fazer ‘chover no molhado’ falar de oração e mostrar o ‘caminho das pedras’ para conseguir superar os problemas do dia a dia com tranquilidade, mas, como a minha missão neste espaço do jornal é evangelizar, vou insistir naquilo que já escrevi algumas vezes.

 

Geralmente dizemos que temos um problema quando existem vários caminhos para chegarmos à solução de alguma preocupação e não sabemos qual a melhor opção. Se isso acontece, será que refletimos o quanto a oração pode encurtar esses caminhos?

 

É comum estarmos atribulados com dezenas de compromissos de trabalho, pessoais e sociais, mas quase sem tempo às coisas de Deus. Na correria em que vivemos, a oração perde espaço e, em muitos casos, cai no esquecimento. Quando isso ocorre, realmente fica mais difícil a solução de qualquer tipo de problema.

 

Portanto, sem oração, ficamos desprotegidos para vencer o mal e – o que é pior! – desprezamos pedir para a Providência Divina guiar os nossos passos neste mundo cercado de pecados. De alguma forma temos que dar valor e sentido ao nosso comprometimento com a missão que o nosso Pai nos deu, não? E tudo começa com a oração!

 

As dezenas de imagens de Nossa Senhora, dos anjos e dos santos que tenho em casa me fazem lembrar de rezar várias vezes ao dia e não somente quando ‘sobra tempo pra Deus’. Cada vez mais, quero aumentar a minha ‘coleção’ e me aprofundar na oração.

 

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Mensagem da Semana - Nº 35929 Março 2018

Aleluia! sou templo do espírito santo!

Graças ao nosso batismo, nos tornamos templos do Espírito de Deus! Dá para imaginar o que isso significa em nossas vidas? Certamente, para a maioria das pessoas que fossem consultadas, usando de sinceridade responderiam: “não”. Pelo menos é assim que muitos se comportam: convivendo diariamente com o pecado.

Eu sei que todos nós somos pecadores e também não me julgo santo – quem me dera! –, mas, se cada filho de Deus quisesse realmente que o Espírito Santo nele habitasse, não se esforçaria um pouco mais para isso?

É comum ouvir palavrões a todo instante em recintos públicos ou até mesmo nas redes abertas de televisão. Embora isso não seja um pecado mortal, também não é importante para a nossa sobrevivência. Quem usa um ou outro palavrão na sua comunicação, deveria refletir melhor sobre o mau exemplo que dá à sociedade e, até mesmo, àqueles que não gostariam de ouvir aquilo naquele momento – inclusive o Espírito Santo!

Se apenas este parágrafo anterior fosse colocado em debate, com certeza, causaria muita polêmica porque muitos diriam que falam palavrões apenas nos desabafos e sem nenhuma intenção maldosa. Na minha opinião, mesmo assim, poderiam evitá-los e, com o tempo, substitui-los por outros termos mais adequados.

Eu fui aos poucos me educando nesse sentido e não me arrependo. Aliás, porque me arrependeria de me comunicar segundo Jesus Cristo espera que eu o faça? Hoje, não consigo me comportar indignamente sabendo que estou magoando a minha Mãe Santíssima que tanto me ajuda! Se, um dia, espero estar junto de Jesus e de Maria no Céu, sei que preciso começar a me preparar para isso aqui na Terra o quanto antes – e já perdi muito tempo!

Como não entrei nesse caminho sozinho (sempre dou graças a Deus por permitir que eu me relacione com pessoas de bem das comunidades católicas), sugiro que cada um que ler este artigo se espelhe em ‘alguém mais puro’ – para, assim, melhorar a sua vida. O ideal seria se esse alguém fosse um religioso ou uma religiosa, mas, mesmo sendo leigo(a), pode e deve servir como espelho de vida cristã.

Saiba também que quando algum pecado tentar você insistentemente, é preciso que se confesse, comungue e reze um pouco mais para se livrar do mal que procura entrar na sua vida. Aliás, se no mesmo dia em que você se confessar e comungar, também oferecer pelo menos um Pai-Nosso e uma Ave-Maria ao Papa e rezar um Terço (ou participar de uma Via-sacra, ou refletir na Palavra de Deus por trinta minutos etc.), ganhará indulgência plenária (remissão da pena temporal devida). Se tiver dúvidas nesse sentido, peça uma orientação ao seu pároco.

Portanto, ser templo do Espírito Santo é uma missão muito séria e devemos nos comprometer com a purificação do nosso corpo e da nossa alma para que Ele possa habitar em nós vinte e quatro horas por dia! Como? Fugindo dos pecados e praticando obras de caridade que fortaleçam o Reino de Deus entre nós.

Para quem nunca tentou, é muito fácil: basta ter amor no coração e querer morar no paraíso... santamente, alegremente e eternamente!

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Mensagem da Semana - Nº 35823 Março 2018

UMA LINDA HISTÓRIA

Graças a Deus, alguns amigos continuam me presenteando com belas histórias pela internet. Eis mais uma que vale a pena refletir na sua mensagem:

“Uma mulher saiu na porta de sua casa e viu três homens com longas barbas brancas sentados em frente ao seu quintal. Mesmo sem conhecê-los, convidou-os para entrar e comer alguma coisa.

- Não podemos entrar porque o homem da casa não está. - disseram. À noite, quando o marido chegou, a mulher saiu na porta novamente e insistiu que entrassem.

- Não podemos entrar juntos. – responderam. E um deles explicou:

- Eu sou o Amor, ele é o Fartura e este outro se chama Sucesso. Vá e discuta com o seu marido qual de nós querem em sua casa. Entrando, ouviu do marido:

- Nesse caso, vamos convidar o Fartura. Deixe-o vir para nos contar o que tem de bom para nós.

- Meu querido, por que não convidamos o Sucesso? – disse a esposa. Um dos filhos que estava com eles, discordou:

- Não seria melhor convidar o Amor? Eu gostei mais dele do que dos outros. A mulher saiu e perguntou a dois deles:

- Vocês não ficarão chateados de somente o Amor ser o nosso convidado? O Fartura respondeu-lhe:

- Se a senhora me convidasse ou convidasse o Sucesso, dois de nós esperariam aqui fora, mas, como a senhora convidou o Amor, nós também entraremos com ele.

Assim, a família compreendeu que onde há amor, há também fartura e sucesso!”
Portanto, não exclua o amor de sua vida: dê-lhe asas! A melhor forma de receber amor é oferecendo-o aos irmãos, sem nenhuma forma de preconceito. Por outro lado, a forma mais rápida de ficar sem amor é apegando-se demasiadamente às coisas do mundo. Cuidado, não corra esse risco!

Jesus e Maria nos amam e querem continuar morando em nossos corações.

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Mensagem da Semana - Nº 357 – 16 Março 2018

 

VITAMINAS ESPIRITUAIS

 

Como você tem cuidado das suas vitaminas espirituais? Sem ‘ingeri-las regularmente’, você fica desprotegido, enfraquece, cai em tentação e sua alma padece. Portanto, não custa nada seguir Jesus Cristo para estar sempre bem vitaminado de bênçãos. E as melhores vitaminas que conheço são: missa, confissão, comunhão, oração, caridade e evangelização. Trabalhar numa obra de Deus, como ser Vicentino, por exemplo, também é uma santa vitamina!

 

Para que você possa refletir um pouco mais como anda a sua conduta cristã, leia com atenção o resto deste artigo. Gostei muito de tê-lo recebido de presente pela internet.

 

“Se em minha vida não ajo como filho de Deus, fechando meu coração ao amor, será inútil dizer: PAI NOSSO.

 

Se os meus valores são representados pelos bens da terra, será inútil dizer: QUE ESTAIS NO CÉU.

 

Se penso apenas em ser cristão por medo, superstição e comodismo, será inútil dizer: SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME.

 

Se acho tão sedutora a vida aqui, cheia de supérfluos e futilidades, será inútil dizer: VENHA A NÓS O VOSSO REINO.

 

Se no fundo, o que eu quero mesmo é que todos os meus desejos se realizem, será inútil dizer: SEJA FEITA A VOSSA VONTADE.

 

Se não leio o Evangelho e nem sei qual é a minha missão neste mundo, será inútil dizer: ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU.

 

Se prefiro acumular riquezas, desprezando meus irmãos que passam fome, será inútil dizer: O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE.

 

Se não importo em ferir, cometer injustiças, oprimir e magoar os que atravessam o meu caminho, será inútil dizer: PERDOAI AS NOSSAS OFENSAS, ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO.

 

Se escolho sempre o caminho mais fácil, que nem sempre é o caminho do Cristo, será inútil dizer: E NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO.

 

Se por minha vontade procuro os prazeres materiais e tudo o que é proibido me seduz, será inútil dizer: MAS, LIVRAI-NOS DO MAL.

 

Se sabendo que sou assim, continuo me omitindo e nada faço para me modificar, será inútil dizer: AMÉM.”

 

Que Jesus nos inspire para a construção do seu Reino, fazendo-nos homens e mulheres de muita fé para um mundo melhor. Amém!

 

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Mensagem da Semana - Nº 35612 Março 2018

 

RESGATANDO O AMOR PRÓPRIO

 

Na semana passada, relatei os mandamentos do Papa João XXIII. Agora, como acréscimo, apresento uma sequência de conselhos para cultivarmos o nosso amor-próprio a cada dia. O autor dos nove itens abaixo é o padre americano Robert Degrandis, que trabalha com ministério de cura há mais de trinta e cinco anos.

 

“Estou bem como estou, não como estava ou poderia ser. Sou amável assim como sou, com todos os meus pontos positivos, com todos os meus pontos fracos, inclusive pecados.

 

Deus não faz questão de que eu seja perfeito, mas, sim de que eu me entregue a Ele plenamente, agora mesmo.

 

Sentimentos de culpa fazem mal. Deus não quer que eu sinta culpa por coisas que não posso mudar, visto estarem elas acabadas. Deus quer que eu trabalhe naquilo que posso mudar.

 

Posso admitir erros, problemas e fraquezas, sem perda do amor-próprio. O que importa é aprender com os erros e tratar de enfrentar os problemas.

 

Tenho valor, não importa o que digam ou pensem os outros. Mesmo as pessoas que mais quero podem destruir minha importância ou minha dignidade como pessoa.

 

Minha importância não se baseia no que faço ou realizo, mas, no que sou como pessoa.

 

Sou capaz de fazer o bem pelos outros e conseguir êxito, em certa medida. Eu cresço ao aprender a dar e receber.

 

Posso mudar se realmente quiser, e posso dar forma ao meu futuro com as decisões tomadas hoje.

 

Posso ser feliz, ainda que a vida não tome o jeito que eu gostaria. Sou tão feliz quanto quero ser.”

 

Assim, aqueles que praticarem esses ensinamentos, certamente viverão mais felizes e serão mais aceitos na sociedade. Para isso, é muito importante que tenhamos plena consciência da Misericórdia de Deus para conosco. Se Ele nos ama e perdoa, por que também não nos amamos sem julgamentos de culpa?

 

No Evangelho escrito por Marcos (12, 3), Jesus nos convida a amar: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Se meditássemos mais na profundidade dessas palavras, saberíamos que não é possível amar um irmão senão na medida em que se ama a si próprio. Portanto, todo sentimento de culpa pode e deve ser curado: primeiro numa confissão – através do perdão de Deus que nos criou – e depois dentro de cada um de nós.

 

No campo da psicologia, a importância ao amor-próprio em tratamentos e análises também é cada vez maior. Pudera, todas as ciências se fundamentam no mesmo mestre: Jesus Cristo!

 

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Mensagem da Semana - Nº 3555 Março 2018

 

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RESGATANDO O AMOR PRÓPRIO

 

Na semana passada, relatei os mandamentos do Papa João XXIII. Agora, como acréscimo, apresento uma sequência de conselhos para cultivarmos o nosso amor-próprio a cada dia. O autor dos nove itens abaixo é o padre americano Robert Degrandis, que trabalha com ministério de cura há mais de trinta e cinco anos.

 

Estou bem como estou, não como estava ou poderia ser. Sou amável assim como sou, com todos os meus pontos positivos, com todos os meus pontos fracos, inclusive pecados.

 

Deus não faz questão de que eu seja perfeito, mas, sim de que eu me entregue a ele plenamente, agora mesmo.

 

Sentimentos de culpa fazem mal. Deus não quer que eu sinta culpa por coisas que não posso mudar, visto estarem elas acabadas. Deus quer que eu trabalhe naquilo que posso mudar.

 

Posso admitir erros, problemas e fraquezas, sem perda do amor-próprio. O que importa é aprender com os erros e tratar de enfrentar os problemas.

 

Tenho valor, não importa o que digam ou pensem os outros. Mesmo as pessoas que mais quero podem destruir minha importância ou minha dignidade como pessoa.

 

Minha importância não se baseia no que faço ou realizo, mas, no que sou como pessoa.

 

Sou capaz de fazer o bem pelos outros e conseguir êxito, em certa medida. Eu cresço ao aprender a dar e receber.

 

Posso mudar se realmente quiser, e posso dar forma ao meu futuro com as decisões tomadas hoje.

 

Posso ser feliz, ainda que a vida não tome o jeito que eu gostaria. Sou tão feliz quanto quero ser.

 

Assim, aqueles que praticarem esses ensinamentos, certamente viverão mais felizes e serão mais aceitos na sociedade. Para isso, é muito importante que tenhamos plena consciência da Misericórdia de Deus para conosco. Se Ele nos ama e perdoa, por que também não nos amamos sem julgamentos de culpa?

 

No Evangelho escrito por Marcos (12, 3), Jesus nos convida a amar: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Se meditássemos mais na profundidade dessas palavras, saberíamos que não é possível amar um irmão senão na medida em que se ama a si próprio. Portanto, todo sentimento de culpa pode e deve ser curado: primeiro numa confissão – através do perdão de Deus que nos criou – e depois dentro de cada um de nós.

 

No campo da psicologia, a importância ao amor-próprio em tratamentos e análises também é cada vez maior. Pudera, todas as ciências se fundamentam no mesmo mestre: Jesus Cristo!

 

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Mensagem da Semana - Nº 354 – 23 fevereiro 2018

 

Todo ateu é triste?

 

Há anos, uma edição do jornal ‘O Lutador’ de Belo Horizonte publicou uma matéria assinada por Carlos Scheid, que respondeu à declaração do teólogo Leonardo Boff: “Prefiro ser um ateu alegre a ser um religioso do tipo do Pe. Marcelo”.

 

Inconformado com a alternativa apontada pelo teólogo, escreveu Scheid:

 

“Ateu alegre não existe. Todo ateu é triste. Quando um ateu honesto e autêntico se vê diante de uma pessoa que crê, não consegue evitar o comentário: ‘Eu gostaria de crer como você!’ Na prática, os ateus são pessoas muito úteis. Prestam à humanidade o precioso serviço de dar o exemplo – triste exemplo! – da extrema infelicidade que é viver (e morrer!) sem Deus. Ao contemplar o ateu e seu beco sem saída, o homem de fé pode dar graças a Deus pelo dom da fé.

 

Sim, todo ateu é triste. Sua vida não tem sentido. Ignora sua fonte. Ignora seu destino. Se o ateu escreve, destila amargura. O verme do ceticismo e da descrença rói suas noites insones. Se pensa na morte, nela vê um terrível absurdo. No polo oposto, o homem de fé sabe que a vida se projeta além da morte e pode celebrar antecipadamente o retorno ao coração do Pai.”

 

Eu sei que você, leitor(a), gostaria de continuar lendo essa belíssima reflexão do citado autor da matéria, mas acredito que já foi o bastante para consolidarmos uma opinião a respeito do Pe. Marcelo, afinal, o que ele tem feito de errado?

 

Deus lhe deu uma linda missão evangelizadora e ele a cumpre com Jesus e Maria no coração – como poucos o fazem nesse mundo de tantos pecados e de tantas injustiças com os nossos irmãos necessitados. Talvez a incompreensão de muitos exista porque o Pe. Marcelo se tornou famoso e vende milhares de CDs cantando, mas, se esquecem que ele se dedica integralmente às obras da Igreja – inclusive, doando os direitos autorais para a sua congregação!

 

Sabemos que na falta de assunto, vale tudo: até criticar o abençoado Pe. Marcelo. Seria muito mais louvável ‘imitá-lo’, procurando levar a Palavra de Deus ao povo via emissoras de rádio e televisão – ocupando um espaço que a Igreja Católica poucas vezes conseguiu.

 

Também o Papa nos convoca a darmos testemunhos de fé cristã e sermos missionários; então, como discordar dos meios usados pelo Pe. Marcelo? Portanto, felizes aqueles que, de coração aberto, seguem os seus passos, pulam e cantam: “Os animaizinhos subiam de dois em dois...”

 

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Mensagem da Semana - Nº 35318 fevereiro 2018

 

receita de vida

 

Um dia, recebi esta mensagem de um amigo:

 

“O dia mais belo de sua vida: hoje. A coisa mais fácil: equivocar-se. O obstáculo maior: medo. O maior erro: abandonar-se. As raízes de todos os males: o egoísmo. A distração mais bela: o trabalho. A pior derrota: o desalento. Os melhores professores: as crianças. A primeira necessidade: comunicar-se. O que mais faz feliz: ser útil aos demais. O mistério maior: a morte. O pior defeito: o mau humor. A pessoa mais perigosa: a mentirosa. O sentimento pior: o rancor. O presente mais belo: o perdão. O mais imprescindível: o lar. A receita mais rápida: o caminho correto. A sensação mais grata: a paz interior. O resultado mais eficaz: o sorriso. O melhor remédio: o otimismo. A maior satisfação: o dever cumprido. A força mais potente do mundo: a fé. As pessoas mais necessárias: os pais. A coisa mais bela: o amor!”

 

Que texto bonito, hein! Mais que bonito, são palavras muito profundas que deveriam ser guardadas no fundo do coração. Realmente, é uma verdadeira receita de vida!

 

Se misturássemos algumas palavras-chave do texto para exemplificar a linha de conduta de um verdadeiro cristão, talvez ficasse bem assim:

 

“Hoje, José venceu o medo de equivocar-se, superou o egoísmo e partiu para um trabalho de caridade. Procurou os velhos em desalento, buscou as crianças abandonadas, e foi comunicar-se com eles – saber das suas necessidades. Sentiu como é importante ser útil aos marginalizados, antes que a morte sofrida os leve para junto de Deus. Viu de perto que o mau humor, a mentira e o rancor, em muitos casos, destruíram sonhos e lares. Constatou ainda que aquele que vive no caminho correto da justiça e do perdão, acaba achando a paz no interior do coração.

 

Apesar do sorriso amarelo no rosto por ver tanta injustiça social, José voltou à feliz casa de seus pais com a sensação do dever cumprido e otimista em conseguir mais ajuda para os seus novos amigos. Uma definitiva missão passou a fazer parte da vida de José: testemunhar mais a sua fé e levar amor aos seus irmãos.”

 

O que nos impede de seguir o exemplo de José? Equivocar-se? Medo? Egoísmo? Pouca fé? Falta de amor?

 

Apenas para completar o texto do início desta matéria, eu acrescentaria: ‘A mais pura: Maria. A salvação: Jesus!’

 

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Mensagem da Semana - Nº 35212 fevereiro 2018

 

Que mundo é este?

 

Segundo dados da UNESCO há poucos anos, eis as proporções existentes na sociedade humana em nosso planeta: 30% são brancos; apenas 30% são cristãos; 70% são analfabetos; 50% sofrem de má nutrição; 80% habitam em moradias de construção precária; 1% tem educação universitária; e, o pior, 50% de toda a riqueza do planeta se encontra nas mãos de 6% da população!

 

Com certeza, este não é o mundo que Jesus Cristo pediu que construíssemos. Se, no meio dos cristãos, pelo menos houvesse mais justiça social, poderíamos afirmar que os ensinamentos do Santo Evangelho prevalecem entre nós, mas, infelizmente, nem isso acontece!

 

Mesmo assim, sabemos, o céu mantém as suas portas abertas para quem nele quiser morar. E todos nós somos chamados a participar do banquete do Senhor, principalmente neste Brasil de fé católica, ou será que algum nosso conhecido nunca ouviu falar de Jesus Cristo e de sua Santíssima Mãe, Nossa Senhora? É claro que já!

 

A nossa Igreja sempre está acompanhando e reconhecendo fatos milagrosos que acontecem através da intercessão de nossa Rainha e, ainda assim, muita gente prefere ignorar os caminhos da purificação. Cada vez mais vai se alastrando o consumismo e o sexo liberado. Até quando?

 

Com certeza, o pecado será excluído da Terra quando Jesus Cristo voltar, ou melhor, os pecadores serão excluídos do Reino de Deus! Enquanto isso não acontece, que tal trabalharmos para estar entre os felizes escolhidos do Pai?

 

Um conselho que dou para aqueles que querem iniciar a sua caminhada na fé católica, é o seguinte: leia e medite diariamente, de coração aberto, um trecho do Evangelho; reze o Terço (se não puder participar de algum Movimento Mariano, compre um livro ou uma fita para aprender a rezá-lo); confesse sempre; participe de missas semanais e receba Jesus na Eucaristia; ame e ajude o seu irmão.

 

Quem acompanha as mensagens de Mediugorie sabe que estes são os pedidos de Nossa Senhora – Rainha da Paz. Portanto, é muito mais do que um simples conselho - é a receita para a salvação!

 

Mas, como conselho bom também ajuda, aconselho você a refletir sobre esta matéria que tirei de um Boletim da Sociedade São Vicente de Paulo:

 

“Eu pedi a Deus que tirasse o meu orgulho e Deus disse que não cabia a Ele tirá-lo, mas a mim deixá-lo. Eu pedi a Deus que me desse paciência e Deus disse que a paciência nasce das atribulações e que ela não é concedida, mas merecida. Eu pedi a Deus que me concedesse a felicidade e Deus disse que me daria as suas bênçãos e que a felicidade eu teria que encontrar por mim mesmo. Eu pedi a Deus que me poupasse do sofrimento e Ele disse que a dor me afasta das ilusões da vida e me leva para mais perto d’Ele.

 

Eu pedi a Deus que moldasse a minha vida espiritual e Ele disse que eu deveria crescer por mim mesmo, mas para produzir frutos, Ele seria o meu jardineiro. Eu perguntei a Deus se Ele me amava e Ele me disse que me ama tanto que me deu seu Filho que morreu por mim, para que, pela minha fé, eu possa estar com Ele no céu.

 

Então eu pedi a Deus que me ajudasse a amar os outros como Ele me ama e Deus disse: Ah, finalmente você compreendeu!”

 

Paulo R. Labegalini
Vicentino, Ovisista e Cursilhista de Itajubá-MG. Engenheiro e professor do Instituto Federal Sul de Minas (Pouso Alegre-MG). Autor do livro ‘Histórias Infantis Educativas’ - Editora Cléofas.

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Mensagem da Semana - Nº 3511 Fevereiro 2018

 

O purgatório existe?

 

Uma edição da Revista Catolicismo, através do Cônego José Luiz Villac, respondeu a um leitor que perguntou se o Purgatório existe e se as Escrituras falam a seu respeito. Eis a resposta:

 

“O Purgatório não só existe, mas é mesmo uma das maravilhas da Providência e bondade divinas. Sua existência é verdade de Fé, confirmada pelo Concílio Tridentino (Sess. XXV, D. B. 983), bem como pelas Sagradas Escrituras e toda a Tradição da Igreja.

 

Ademais, à luz da simples razão, entendemos que, sendo Deus perfeitíssimo e Santo dos Santos, nós não poderemos chegar à sua divina presença se estivermos marcados pela mancha do pecado. Então, não existindo o Purgatório – onde as almas são purgadas dessas manchas até estarem resplendentes de santidade para comparecerem diante do Criador – só lhes restaria o Inferno. Mas Deus quer salvá-las e por isso instituiu o Purgatório.

 

Em sua Providência sapientíssima e misericordiosa, Deus criou esse estado, prévio à felicidade eterna, para onde vão temporariamente as pessoas que morrem sem terem expiado suficientemente, aqui na Terra, a pena devida pelos pecados mortais cometidos e perdoados, e também pelos pecados veniais perdoados ou não, mas cuja pena não foi integralmente paga.

 

O texto da Escritura mais preclaro a respeito do Purgatório é o Livro II de Macabeus (XII, 43), o qual narra como Judas Macabeu mandou oferecer um sacrifício pelos que haviam morrido na batalha, por expiação de seus pecados.

 

Estes livros da Bíblia são rejeitados pelos protestantes, pois contradizem suas falsas doutrinas, supostamente baseadas na própria Escritura! Afinal, já Lutero e Calvino, respectivamente, esforçavam-se por fazer crer que o Purgatório era ‘um mero fantasma do diabo’ e ‘uma invenção funesta de Satanás’!”

 

Sabemos que, no Brasil, prevalece a consciência católica sobre a existência do Purgatório, portanto, devemos nos irmanar no combate do pecado e sempre nos purificar por meio do sacramento da confissão. Através de confissões e de ações cristãs, alcançamos vários estágios de estado de graça a cada dia. Quando nos confessamos diante de um sacerdote, mais força temos para combater a imoralidade: dos programas execráveis de alguns canais da TV brasileira; das injustiças sociais; das drogas; enfim, das tentações de Satanás.

 

Eu creio na Santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna. Por isso, sempre me confesso, comungo e rezo o terço – para me afastar do mal. Acho que é o mínimo que um católico deve praticar sem vacilar.

 

Devemos nos lembrar que o Papa também se confessa! E não podemos nos esquecer que em 1917 Nossa Senhora de Fátima disse a Francisco que ele teria que rezar muitos terços antes de entrar no Céu – ele só tinha nove anos de idade! E o mais importante: Jesus está presente na Eucaristia e, através desse Alimento, nos dá força para buscarmos as nossas necessidades espirituais que nos levarão junto d’Ele no Céu.

 

Sim, o Purgatório existe! Chegar a conhecê-lo no futuro e ficar pouco ou muito tempo lá, depende hoje de cada um de nós.

 

Paulo R. Labegalini

 

Vicentino, Ovisista e Cursilhista de Itajubá-MG. Engenheiro e professor do Instituto Federal Sul de Minas (Pouso Alegre-MG). Autor do livro ‘Histórias Infantis Educativas’ - Editora Cléofas.
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Mensagem da Semana - Nº 35026 Janeiro 2018

 

As quatro cruzes do calvário

 

É de triste lembrança pra muita gente a paixão e morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, mas as lições de vida que Ele nos deixou merecem continuar sendo analisadas a cada dia. Imagine as cruzes que estavam de pé no Calvário...

 

A primeira, a cruz de Cristo, ao centro, até hoje representa a nossa salvação. Mesmo aqueles que são injustiçados pela cobiça que há no mundo, conseguem entrar na vida eterna se carregarem as suas cruzes com dignidade cristã.

 

Na segunda cruz, à direita de Jesus, estava o ‘bom ladrão’ Dimas, suplicando a misericórdia de Deus em remissão dos seus pecados. Que ‘sorte’ teve São Dimas em poder se confessar com o Filho de Deus antes de sua morte! A sua cruz representa o perdão.

 

A terceira cruz suportou até o fim o peso do pecado. O ladrão, que lá estava, não usou da virtude do arrependimento para se salvar e morreu na cruz da condenação.

 

E a quarta cruz, quem estava nela? Quem mereceu estar na cruz da pureza? Essa cruz foi ‘ocupada’ por Maria Santíssima, a Virgem Mãe que suportou com firmeza o cruel e injusto sofrimento do seu Filho Santo. Ela presenciou, de pé, a maior maldade humana da história sobre uma só Criatura.

 

Deus a escolheu para estar naquela cruz porque sabia que nela podia confiar. E foi também confiando em Deus que Maria se tornou, com o seu exemplo, modelo de fé, modelo de amor e modelo de fidelidade cristã.

 

Hoje, graças a Deus, Maria é a nossa Mãe e a Mãe da Igreja. Com ela aprendemos que não existe sofrimento capaz de nos desviar das estradas de Jesus. À nossa frente, ela pisa na cabeça da serpente infernal e nos conduz, como filhos queridos, à cruz da salvação.

 

Peça a Nossa Senhora para livrar você da cruz da condenação e sempre curar as agonias de seu coração; e, a cada dia, sempre que a sua cruz de pecador se tornar mais leve, lembre-se de agradecer: ‘Obrigado, Mãe querida!’

 

Paulo R. Labegalini

 

Vicentino, Ovisista e Cursilhista de Itajubá-MG. Engenheiro e professor do Instituto Federal Sul de Minas (Pouso Alegre-MG). Autor do livro ‘Histórias Infantis Educativas’ - Editora Cléofas.
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Mensagem da Semana - Nº 34923 Janeiro 2018

Os nossos sacerdotes

Até hoje, nos relacionamentos que tive com os sacerdotes, nunca houve nenhum tipo de atrito, graças a Deus. Além disso, sempre ocorreu muita descontração em cada encontro, alternando o útil e o agradável nos diálogos.

Nas reuniões de comunidade, por exemplo, mesmo com a presença de vigários diferentes, temos boas recordações de brincadeiras sadias, que eles usaram para motivar e unir ainda mais o grupo em busca de um objetivo comum.

Ah, se Jesus Cristo e Maria Santíssima estivessem sempre em nossos corações como estão presentes nos seus filhos prediletos – os sacerdotes! Aí sim, acredito que não teríamos muitas coisas para nos preocupar! E como conseguir isso?

Com certeza, imitando a conduta dos sacerdotes: rezando um pouco mais, conseguindo tempo para ajudar nas obras de Deus, fugindo do pecado, pregando o Evangelho, combatendo as injustiças, incentivando a caridade entre irmãos, recebendo diariamente a Eucaristia etc.

Parece difícil, mas, se torna fácil quando abrimos o nosso coração ao Amor de Maria e à Paz de Jesus. O trabalho em comunidade nos aproxima de Deus, a tal ponto, que a nossa caminhada passa a ser cada vez mais cristã, por obra do Espírito Santo.

Quem está nesse caminho, consegue entender melhor o bom humor dos padres, mesmo sabendo que enfrentam uma série de problemas quase insuperáveis para qualquer leigo como nós. Todos deveriam ter essa experiência de convivência com os sacerdotes para reconhecerem que eles têm muito carinho para conosco e precisam da nossa compreensão quando nos orientam ou, principalmente, nos repreendem nas falhas que cometemos.

Também nos programas de televisão, quando presentes, os padres ficam à vontade, aceitando brincadeiras e testemunhando a fé viva que brota de seus corações. Cada vez mais, se tornam grandes exemplos para as novas vocações!

E você, leitor, concorda comigo? Se tiver dúvidas e quiser confirmar as minhas palavras, convide um sacerdote para almoçar com você e, em breve, terá uma opinião própria a respeito. Tenho certeza de que o saldo, a seu favor, será muito positivo nesse relacionamento e, com o tempo, aprenderá bastante sobre a sua santificação aqui na terra... a caminho do céu.

ORAÇÃO VOCACIONAL: “Senhor da messe e pastor do rebanho, faz ressoar em nossos ouvidos teu forte e suave convite: vem e segue-me. Derrama sobre nós o teu Espírito, que ele nos dê sabedoria para ver o caminho e generosidade para seguir tua voz. Senhor, que a messe não se perca por falta de operários. Desperta nossas comunidades para a missão. Ensina nossa vida a ser serviço. Fortalece os que querem dedicar-se ao reino, na vida consagrada e religiosa. Senhor, que o rebanho não pereça por falta de pastores. Sustenta a fidelidade de nossos bispos, padres e ministros. Dá perseverança a nossos seminaristas. Desperta o coração de nossos jovens para o ministério pastoral em tua Igreja. Senhor da messe e pastor do rebanho, chama-nos para o serviço do teu povo. Maria, mãe da Igreja, modelo dos servidores do Evangelho, ajuda-nos a responder sim. Amém.”

E a todos os leitores dos meus artigos: além de rezar por vocês diariamente, desejo que o Menino Jesus ilumine suas vidas em 2018. Salve o Ano Novo!

Paulo R. Labegalini

Vicentino, Ovisista e Cursilhista de Itajubá-MG. Engenheiro e professor do Instituto Federal Sul de Minas (Pouso Alegre-MG). Autor do livro ‘Histórias Infantis Educativas’ - Editora Cléofas.
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Mensagem da Semana - Nº 34831 Dezembro 2017

ENTRE SEM BATER

Deixe entrar sem bater, meu amigo, os que morrem de frio, mais por falta de amor do que da roupa. Deixe entrar sem bater os que perderam o rumo dos trilhos complicados da existência; talvez achem no céu de seu abraço a estrela de Belém.

Deixe entrar sem bater os que têm fome mais de carinho do que de pão, e reparta com eles sua vida, que vale muito mais do que seu dinheiro. Deixe entrar sem bater os que chegam a pé, empoeirados e cansados, porque a passagem do destino era cara demais e ninguém lhes pagou sequer o bilhete da terceira classe no trem da felicidade.

Deixe entrar sem bater os enjeitados no princípio: filhos de mães solteiras, filhos do prazer criminoso e egoísta. Deixe entrar sem bater os enjeitados no fim: os velhos e velhinhas que deram tudo de si, que perderam as pétalas da vida em benefício dos frutos – seus filhos -, e agora, são deixados a murchar no fundo dos asilos.

Deixe entrar sem bater os esquecidos por não poderem mais fazer carinhos, porque ficaram tão grossas suas mãos - com calos e feridas do trabalho - que agora suas carícias parecem que machucam a face que os rejeita. Deixe entrar sem bater, como se a casa fosse deles, os que não tiveram tempo de ser crianças, porque a vida lhes impôs uma enxada nas mãos, quando deveria por nelas algum tipo de brinquedo.

Deixe entrar sem bater os que nunca tiveram sorrisos em seus lábios, porque a lágrima chegava sempre primeiro, entrando-lhes pelo canto da boca e estragando com sal o doce da alegria.

Deixe entrar sem bater todos estes, sem temer que falte espaço, porque no coração de um cristão sempre cabe mais um, e até milhares, e depois que tiver a sala do seu peito lotada de infelizes, aleijados e famintos, você vai ter, amigo, a maior das surpresas: verá que a face torturada de tantos desgraçados se transforma; de repente, no rosto luminoso e sorridente de Jesus, falando assim só para você: “Meu caro amigo, agora é a sua vez; entre você também sem bater, a casa é sua. O céu é todo seu!” (Texto de autor desconhecido)

E a todos os leitores dos meus artigos: além de rezar por vocês diariamente, desejo que o Menino Jesus ilumine suas vidas em 2018. Salve o Ano Novo!

Paulo R. Labegalini

Vicentino, Ovisista e Cursilhista de Itajubá-MG. Engenheiro e professor do Instituto Federal Sul de Minas (Pouso Alegre-MG). Autor do livro ‘Histórias Infantis Educativas’ - Editora Cléofas.
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