Paulo 2018

Paulo R. Labegalini
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Vicentino de Itajubá-MG e Professor do Instituto Federal Sul de Minas (Pouso Alegre-MG)
Autor dos livros:
- Histórias Cristãs- Editora Raboni

- O Mendigo e o Padeiro - Editora Paco
- A Arte de Aprender Bem - Editora Paco
- Minha Vida de Milagres - Editora Santuário
- Administração do Tempo - Editora Ideias e Letras
- Mensagens que Agradam o Coração - Editora Vozes
- Histórias Infantis Educativas - Editora Cleofas
Apresentações musicais:
https://www.youtube.com/results?search_query=soraia+labegalini

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Mensagem da Semana - Nº 354 – 23 fevereiro 2018

 

Todo ateu é triste?

 

Há anos, uma edição do jornal ‘O Lutador’ de Belo Horizonte publicou uma matéria assinada por Carlos Scheid, que respondeu à declaração do teólogo Leonardo Boff: “Prefiro ser um ateu alegre a ser um religioso do tipo do Pe. Marcelo”.

 

Inconformado com a alternativa apontada pelo teólogo, escreveu Scheid:

 

“Ateu alegre não existe. Todo ateu é triste. Quando um ateu honesto e autêntico se vê diante de uma pessoa que crê, não consegue evitar o comentário: ‘Eu gostaria de crer como você!’ Na prática, os ateus são pessoas muito úteis. Prestam à humanidade o precioso serviço de dar o exemplo – triste exemplo! – da extrema infelicidade que é viver (e morrer!) sem Deus. Ao contemplar o ateu e seu beco sem saída, o homem de fé pode dar graças a Deus pelo dom da fé.

 

Sim, todo ateu é triste. Sua vida não tem sentido. Ignora sua fonte. Ignora seu destino. Se o ateu escreve, destila amargura. O verme do ceticismo e da descrença rói suas noites insones. Se pensa na morte, nela vê um terrível absurdo. No polo oposto, o homem de fé sabe que a vida se projeta além da morte e pode celebrar antecipadamente o retorno ao coração do Pai.”

 

Eu sei que você, leitor(a), gostaria de continuar lendo essa belíssima reflexão do citado autor da matéria, mas acredito que já foi o bastante para consolidarmos uma opinião a respeito do Pe. Marcelo, afinal, o que ele tem feito de errado?

 

Deus lhe deu uma linda missão evangelizadora e ele a cumpre com Jesus e Maria no coração – como poucos o fazem nesse mundo de tantos pecados e de tantas injustiças com os nossos irmãos necessitados. Talvez a incompreensão de muitos exista porque o Pe. Marcelo se tornou famoso e vende milhares de CDs cantando, mas, se esquecem que ele se dedica integralmente às obras da Igreja – inclusive, doando os direitos autorais para a sua congregação!

 

Sabemos que na falta de assunto, vale tudo: até criticar o abençoado Pe. Marcelo. Seria muito mais louvável ‘imitá-lo’, procurando levar a Palavra de Deus ao povo via emissoras de rádio e televisão – ocupando um espaço que a Igreja Católica poucas vezes conseguiu.

 

Também o Papa nos convoca a darmos testemunhos de fé cristã e sermos missionários; então, como discordar dos meios usados pelo Pe. Marcelo? Portanto, felizes aqueles que, de coração aberto, seguem os seus passos, pulam e cantam: “Os animaizinhos subiam de dois em dois...”

 

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Mensagem da Semana - Nº 35318 fevereiro 2018

 

receita de vida

 

Um dia, recebi esta mensagem de um amigo:

 

“O dia mais belo de sua vida: hoje. A coisa mais fácil: equivocar-se. O obstáculo maior: medo. O maior erro: abandonar-se. As raízes de todos os males: o egoísmo. A distração mais bela: o trabalho. A pior derrota: o desalento. Os melhores professores: as crianças. A primeira necessidade: comunicar-se. O que mais faz feliz: ser útil aos demais. O mistério maior: a morte. O pior defeito: o mau humor. A pessoa mais perigosa: a mentirosa. O sentimento pior: o rancor. O presente mais belo: o perdão. O mais imprescindível: o lar. A receita mais rápida: o caminho correto. A sensação mais grata: a paz interior. O resultado mais eficaz: o sorriso. O melhor remédio: o otimismo. A maior satisfação: o dever cumprido. A força mais potente do mundo: a fé. As pessoas mais necessárias: os pais. A coisa mais bela: o amor!”

 

Que texto bonito, hein! Mais que bonito, são palavras muito profundas que deveriam ser guardadas no fundo do coração. Realmente, é uma verdadeira receita de vida!

 

Se misturássemos algumas palavras-chave do texto para exemplificar a linha de conduta de um verdadeiro cristão, talvez ficasse bem assim:

 

“Hoje, José venceu o medo de equivocar-se, superou o egoísmo e partiu para um trabalho de caridade. Procurou os velhos em desalento, buscou as crianças abandonadas, e foi comunicar-se com eles – saber das suas necessidades. Sentiu como é importante ser útil aos marginalizados, antes que a morte sofrida os leve para junto de Deus. Viu de perto que o mau humor, a mentira e o rancor, em muitos casos, destruíram sonhos e lares. Constatou ainda que aquele que vive no caminho correto da justiça e do perdão, acaba achando a paz no interior do coração.

 

Apesar do sorriso amarelo no rosto por ver tanta injustiça social, José voltou à feliz casa de seus pais com a sensação do dever cumprido e otimista em conseguir mais ajuda para os seus novos amigos. Uma definitiva missão passou a fazer parte da vida de José: testemunhar mais a sua fé e levar amor aos seus irmãos.”

 

O que nos impede de seguir o exemplo de José? Equivocar-se? Medo? Egoísmo? Pouca fé? Falta de amor?

 

Apenas para completar o texto do início desta matéria, eu acrescentaria: ‘A mais pura: Maria. A salvação: Jesus!’

 

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Mensagem da Semana - Nº 35212 fevereiro 2018

 

Que mundo é este?

 

Segundo dados da UNESCO há poucos anos, eis as proporções existentes na sociedade humana em nosso planeta: 30% são brancos; apenas 30% são cristãos; 70% são analfabetos; 50% sofrem de má nutrição; 80% habitam em moradias de construção precária; 1% tem educação universitária; e, o pior, 50% de toda a riqueza do planeta se encontra nas mãos de 6% da população!

 

Com certeza, este não é o mundo que Jesus Cristo pediu que construíssemos. Se, no meio dos cristãos, pelo menos houvesse mais justiça social, poderíamos afirmar que os ensinamentos do Santo Evangelho prevalecem entre nós, mas, infelizmente, nem isso acontece!

 

Mesmo assim, sabemos, o céu mantém as suas portas abertas para quem nele quiser morar. E todos nós somos chamados a participar do banquete do Senhor, principalmente neste Brasil de fé católica, ou será que algum nosso conhecido nunca ouviu falar de Jesus Cristo e de sua Santíssima Mãe, Nossa Senhora? É claro que já!

 

A nossa Igreja sempre está acompanhando e reconhecendo fatos milagrosos que acontecem através da intercessão de nossa Rainha e, ainda assim, muita gente prefere ignorar os caminhos da purificação. Cada vez mais vai se alastrando o consumismo e o sexo liberado. Até quando?

 

Com certeza, o pecado será excluído da Terra quando Jesus Cristo voltar, ou melhor, os pecadores serão excluídos do Reino de Deus! Enquanto isso não acontece, que tal trabalharmos para estar entre os felizes escolhidos do Pai?

 

Um conselho que dou para aqueles que querem iniciar a sua caminhada na fé católica, é o seguinte: leia e medite diariamente, de coração aberto, um trecho do Evangelho; reze o Terço (se não puder participar de algum Movimento Mariano, compre um livro ou uma fita para aprender a rezá-lo); confesse sempre; participe de missas semanais e receba Jesus na Eucaristia; ame e ajude o seu irmão.

 

Quem acompanha as mensagens de Mediugorie sabe que estes são os pedidos de Nossa Senhora – Rainha da Paz. Portanto, é muito mais do que um simples conselho - é a receita para a salvação!

 

Mas, como conselho bom também ajuda, aconselho você a refletir sobre esta matéria que tirei de um Boletim da Sociedade São Vicente de Paulo:

 

“Eu pedi a Deus que tirasse o meu orgulho e Deus disse que não cabia a Ele tirá-lo, mas a mim deixá-lo. Eu pedi a Deus que me desse paciência e Deus disse que a paciência nasce das atribulações e que ela não é concedida, mas merecida. Eu pedi a Deus que me concedesse a felicidade e Deus disse que me daria as suas bênçãos e que a felicidade eu teria que encontrar por mim mesmo. Eu pedi a Deus que me poupasse do sofrimento e Ele disse que a dor me afasta das ilusões da vida e me leva para mais perto d’Ele.

 

Eu pedi a Deus que moldasse a minha vida espiritual e Ele disse que eu deveria crescer por mim mesmo, mas para produzir frutos, Ele seria o meu jardineiro. Eu perguntei a Deus se Ele me amava e Ele me disse que me ama tanto que me deu seu Filho que morreu por mim, para que, pela minha fé, eu possa estar com Ele no céu.

 

Então eu pedi a Deus que me ajudasse a amar os outros como Ele me ama e Deus disse: Ah, finalmente você compreendeu!”

 

Paulo R. Labegalini

 

Vicentino, Ovisista e Cursilhista de Itajubá-MG. Engenheiro e professor do Instituto Federal Sul de Minas (Pouso Alegre-MG). Autor do livro ‘Histórias Infantis Educativas’ - Editora Cléofas.
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Mensagem da Semana - Nº 34923 Janeiro 2018

Os nossos sacerdotes

Até hoje, nos relacionamentos que tive com os sacerdotes, nunca houve nenhum tipo de atrito, graças a Deus. Além disso, sempre ocorreu muita descontração em cada encontro, alternando o útil e o agradável nos diálogos.

Nas reuniões de comunidade, por exemplo, mesmo com a presença de vigários diferentes, temos boas recordações de brincadeiras sadias, que eles usaram para motivar e unir ainda mais o grupo em busca de um objetivo comum.

Ah, se Jesus Cristo e Maria Santíssima estivessem sempre em nossos corações como estão presentes nos seus filhos prediletos – os sacerdotes! Aí sim, acredito que não teríamos muitas coisas para nos preocupar! E como conseguir isso?

Com certeza, imitando a conduta dos sacerdotes: rezando um pouco mais, conseguindo tempo para ajudar nas obras de Deus, fugindo do pecado, pregando o Evangelho, combatendo as injustiças, incentivando a caridade entre irmãos, recebendo diariamente a Eucaristia etc.

Parece difícil, mas, se torna fácil quando abrimos o nosso coração ao Amor de Maria e à Paz de Jesus. O trabalho em comunidade nos aproxima de Deus, a tal ponto, que a nossa caminhada passa a ser cada vez mais cristã, por obra do Espírito Santo.

Quem está nesse caminho, consegue entender melhor o bom humor dos padres, mesmo sabendo que enfrentam uma série de problemas quase insuperáveis para qualquer leigo como nós. Todos deveriam ter essa experiência de convivência com os sacerdotes para reconhecerem que eles têm muito carinho para conosco e precisam da nossa compreensão quando nos orientam ou, principalmente, nos repreendem nas falhas que cometemos.

Também nos programas de televisão, quando presentes, os padres ficam à vontade, aceitando brincadeiras e testemunhando a fé viva que brota de seus corações. Cada vez mais, se tornam grandes exemplos para as novas vocações!

E você, leitor, concorda comigo? Se tiver dúvidas e quiser confirmar as minhas palavras, convide um sacerdote para almoçar com você e, em breve, terá uma opinião própria a respeito. Tenho certeza de que o saldo, a seu favor, será muito positivo nesse relacionamento e, com o tempo, aprenderá bastante sobre a sua santificação aqui na terra... a caminho do céu.

ORAÇÃO VOCACIONAL: “Senhor da messe e pastor do rebanho, faz ressoar em nossos ouvidos teu forte e suave convite: vem e segue-me. Derrama sobre nós o teu Espírito, que ele nos dê sabedoria para ver o caminho e generosidade para seguir tua voz. Senhor, que a messe não se perca por falta de operários. Desperta nossas comunidades para a missão. Ensina nossa vida a ser serviço. Fortalece os que querem dedicar-se ao reino, na vida consagrada e religiosa. Senhor, que o rebanho não pereça por falta de pastores. Sustenta a fidelidade de nossos bispos, padres e ministros. Dá perseverança a nossos seminaristas. Desperta o coração de nossos jovens para o ministério pastoral em tua Igreja. Senhor da messe e pastor do rebanho, chama-nos para o serviço do teu povo. Maria, mãe da Igreja, modelo dos servidores do Evangelho, ajuda-nos a responder sim. Amém.”

E a todos os leitores dos meus artigos: além de rezar por vocês diariamente, desejo que o Menino Jesus ilumine suas vidas em 2018. Salve o Ano Novo!

Paulo R. Labegalini

Vicentino, Ovisista e Cursilhista de Itajubá-MG. Engenheiro e professor do Instituto Federal Sul de Minas (Pouso Alegre-MG). Autor do livro ‘Histórias Infantis Educativas’ - Editora Cléofas.
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Mensagem da Semana - Nº 34831 Dezembro 2017

ENTRE SEM BATER

Deixe entrar sem bater, meu amigo, os que morrem de frio, mais por falta de amor do que da roupa. Deixe entrar sem bater os que perderam o rumo dos trilhos complicados da existência; talvez achem no céu de seu abraço a estrela de Belém.

Deixe entrar sem bater os que têm fome mais de carinho do que de pão, e reparta com eles sua vida, que vale muito mais do que seu dinheiro. Deixe entrar sem bater os que chegam a pé, empoeirados e cansados, porque a passagem do destino era cara demais e ninguém lhes pagou sequer o bilhete da terceira classe no trem da felicidade.

Deixe entrar sem bater os enjeitados no princípio: filhos de mães solteiras, filhos do prazer criminoso e egoísta. Deixe entrar sem bater os enjeitados no fim: os velhos e velhinhas que deram tudo de si, que perderam as pétalas da vida em benefício dos frutos – seus filhos -, e agora, são deixados a murchar no fundo dos asilos.

Deixe entrar sem bater os esquecidos por não poderem mais fazer carinhos, porque ficaram tão grossas suas mãos - com calos e feridas do trabalho - que agora suas carícias parecem que machucam a face que os rejeita. Deixe entrar sem bater, como se a casa fosse deles, os que não tiveram tempo de ser crianças, porque a vida lhes impôs uma enxada nas mãos, quando deveria por nelas algum tipo de brinquedo.

Deixe entrar sem bater os que nunca tiveram sorrisos em seus lábios, porque a lágrima chegava sempre primeiro, entrando-lhes pelo canto da boca e estragando com sal o doce da alegria.

Deixe entrar sem bater todos estes, sem temer que falte espaço, porque no coração de um cristão sempre cabe mais um, e até milhares, e depois que tiver a sala do seu peito lotada de infelizes, aleijados e famintos, você vai ter, amigo, a maior das surpresas: verá que a face torturada de tantos desgraçados se transforma; de repente, no rosto luminoso e sorridente de Jesus, falando assim só para você: “Meu caro amigo, agora é a sua vez; entre você também sem bater, a casa é sua. O céu é todo seu!” (Texto de autor desconhecido)

E a todos os leitores dos meus artigos: além de rezar por vocês diariamente, desejo que o Menino Jesus ilumine suas vidas em 2018. Salve o Ano Novo!

Paulo R. Labegalini

Vicentino, Ovisista e Cursilhista de Itajubá-MG. Engenheiro e professor do Instituto Federal Sul de Minas (Pouso Alegre-MG). Autor do livro ‘Histórias Infantis Educativas’ - Editora Cléofas.
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