“Tenha paciência com tudo o que ainda está por resolver em seu coração” (Rainer Maria Rilke, escritor austríaco, 1875-1926).

As frutas que amadurecem artificialmente e ás pressas perdem o melhor de seu sabor. Quando admiramos um entalhe em madeira, por sua riqueza de detalhes e por sua perfeição, nem se quer imaginamos todo o trabalho que teve o autor daquela obra. Certamente ele teve que dominar seu espírito para poder sentir a inspiração e ter paciência nos momentos de cansaço e desânimo, nas dificuldades momentâneas e na falta de recursos. Manteve a calma e foi resolvendo os problemas na medida em que iam aparecendo, sem sofrer por antecipação. Se ele cede à tentação da precipitação e acha que nada dá certo, irá ficar nervoso e poderá comprometer a qualidade de seu trabalho, podendo até por tudo a perder. Algo semelhante acontece com tudo o que se refere ao nosso emocional, ou seja, as coisas de nosso coração. Como também buscamos em nossa vida sempre o melhor, o perfeito, por isso mesmo, ela se assemelha a uma obra de arte, onde o artista somos nós. Nela nem tudo sai como planejamos, e nestes momentos teremos que agir como o escultor, isto é, manter a calma nos momentos de turbilhão, para vencer os desafios que surgem inesperadamente. É com paciência e coragem que vamos desvencilhando as dificuldades que surgem. Um passo de cada vez, querer apressar o que ainda está em formação, pode por tudo a perder, pois cada coisa tem seu tempo. (Reflexão feita por Jose Irineu Neneve). Bom trabalho!

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